quarta-feira, 25 de junho de 2008

Austricando muito


Pois é minha gente, estar na Europa é uma beleza, pois os países são tão próximos uns dos outros.. Ontem eu estava em Paris, e agora
Cá estou eu na Austria, com uma grande vantagem eu diria, estou como dizemos no Brasil "Di Grátis", pois é minha gente, ter uma irmã que mora na Europa é TUDO ..rss
Minha irmã mora no centro austríaco, ótimo para comer bem e ver muuuuuita gente. O melhor é que a maioria das pontos turísticos fica aos arredores da casa dela. Por exemplo, o rio Danúbio Azul, muito famoso por sinal, fica a apenas 150 metros, ótimo não é?
Estou curtindo os lugares aos poucos, degustando Viena em pequenas doses, primeiro me inteirando das histórias dos maravilhosos monumentos históricos e museus da cidade. A catedral que estão vendo ao lado, é um deles e fica a apenas 300 metros da casa da minha irmã. Como podem ver na foto, está um sol por aqui... isto é ótimo, porque dá para ver certinho o maravilhoso mosaico do telhado da catedral. Esta catedral é chamada de Stephansdom (Catedral de São Estevão) - A catedral, com seu belo telhado de azulejos vitrificados e sua torre de 107 metros de altura, é considerada a alma e um dos símbolos de Viena. Sob o altar-mor estão guardadas dezenas de urnas que preservam em álcool as vísceras de alguns dos Habsburgos. Uma das mais ricas obras guardadas sob o teto abobadado da Stephansdom é o túmulo de Frederico III. As imagens de santos que decoram as colunas também chamam a atenção dos que visitam a igreja. Ainda no subsolo da catedral estão amontoados os ossos de milhares de corpos de um antigo cemitério da igreja e de vítimas da peste negra, doença que assolou a capital austríaca no início do século 18. - A catedral, com seu belo telhado de azulejos vitrificados e sua torre de 107 metros de altura, é considerada a alma e um dos símbolos de Viena. Sob o altar-mor estão guardadas dezenas de urnas que preservam em álcool as vísceras de alguns dos Habsburgos. Uma das mais ricas obras guardadas sob o teto abobadado da Stephansdom é o túmulo de Frederico III. As imagens de santos que decoram as colunas também chamam a atenção dos que visitam a igreja. Ainda no subsolo da catedral estão amontoados os ossos de milhares de corpos de um antigo cemitério da igreja e de vítimas da peste negra, doença que assolou a capital austríaca no início do século 18.

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Como foi o projeto lá?

Acho que nesse momento dá para fazer uma reflexão e falar um pouco sobre como foi o projeto lá na Suécia. Esse post vai envolver alguns termos técnicos que são inevitáveis, mas tentarei ser o mais didático possível.

Minha missão ao ir para a Suécia era me envolver com a tecnologia IMS e iniciar um projeto numa fase de prova de conceito sendo o arquiteto da solução. Era um projeto bem interessante, com o objetivo de trazer depois parte desse desenvolvimento para o Brasil logo após três meses. Ou seja, eu iria para Estocolmo, trabalharia na prova de conceito e traria parte do desenvolvimento para o Brasil, tudo isso em três meses. E depois voltaria só esporadicamente para o Brasil.

Mas, no meio do caminho tinha uma pedra....

O gerente de lá, um indiano, tinha outros planos. Haveria um evento que englobaria a alta gerência da empresa em junho. E naquele momento, em abril, ele pensou: ao invés de fazer um projeto tendo a prova de conceito, e outras fases posteriores, porque não fazer um demo dessa aplicação?

Logo, envolvido pela idéia do demo, o projeto adquiriu outros rumos. Meu papel de arquiteto foi delegado a ser um papel mais observador ao invés de ativo no projeto. Isso significa que a equipe de desenvolvimento se viu obrigada a correr atrás de um desenvolvimento que fosse cabível para o demo, sem ter uma arquitetura a seguir - afinal, os requisitos funcionais e não-funcionais não foram levantados. Eu procurei fazer o possível para manter um certo nível arquitetural mas infelizmente o coordenador obrigava a equipe de desenvolvimento a fazer entregas num ritmo que não permitia ter uma arquitetura estável além de pouco treinamento que essa mesma equipe teve para fazer o projeto.

Me vi depois ajudando a equipe de desenvolvimento que tinha erros primários no uso de tecnologias como JDBC, scriptlets, Struts, dentre outros. E pouco podia fazer, porque sempre diziam que esse ritmo seria para o demo, e que tinha que consertar tudo on-the-fly mesmo.

Resumindo:
  • nao tinha cronograma. O gerente ou o coordenador lançavam uma idéia, a equipe de desenvolvimento formada majoritariamente por indianos tentava fazer essa idéia, trabalhando nos finais de semana e a noite. E o que acontecia quando a idéia era concluída? não tinha cronograma. O gerente ou o coordenador..........................
  • não tinha metodologia. Basicamente, como não se tinha planejamento, não se seguia também nenhuma metodologia de desenvolvimento como RUP, OpenUP ou metodologias ágeis. Resultado: não tinha cronograma.....
  • não tinha um software para controle de versão. A primeira coisa que eu pedi lá foi um software como o IBM Clearcase ou o SVN. Pode parecer brincadeira mas não é, mas em dois meses de desenvolvimento, não tivemos nenhum desses softwares. A versão correta era a que estava na máquina de um dos desenvolvedores... imagina o tempo fazendo integração de código.
  • não tinha requisitos. Como falei um pouco antes, o projeto era guiado por idéias (Idea Driven)... assim, a cada dia inventavam coisas. Num dia era fazer uma aplicação para imprimir cartões com tarja magnética, no outro dia era colocar uma webcam em funcionamento... Não quiseram fazer casos de uso ou outro documento similar para elencar os requisitos, e pior: requisitos não-funcionais foram sequer tocados. Bom, se não tinha requisitos, o que acontece? Não tinha cronograma.....
  • no começo o projeto visava a demonstrar novas possibilidades de desenvolvimento usando a infraestrutura do IMS. Ao invés de usar IMS para tudo, em dado momento do projeto, optou-se por usar comunicação pela rede de computadores ao invés de IMS para fazer mais rápido uma dada idéia que queriam implementar. Em outro, uma aplicação que era acessória ao produto e não era desenvolvida com IMS, ganhou ares maiores de importância, passando a ser um foco inesperado no desenvolvimento. Ou seja, o objetivo do projeto que era mostrar possibilidades de uso na rede IMS foi apenas parcialmente cumprido, porque o próprio IMS foi preterido ao longo do desenvolvimento por outras idéias ou funcionalidades.
Foi um projeto extremamente caótico no seu desenvolvimento. A equipe de desenvolvimento trabalhava várias horas por dia, incluindo o sábado e domingo, nesse projeto. E antes era só o demo para a tal reunião dos gerentes. Mas daí algumas semanas antes começou a se ter um demo semanal da aplicação, que obrigava a equipe de desenvolvimento a ficar ainda mais aterefada em concluir o projeto. Toda semana tinha pelo menos um demo para gerentes que queriam ver isso antes da tal reunião dos gerentes.

O resultado: o projeto pode ser considerado um sucesso??? Ele foi, no sentido em que o demo foi apresentado na reunião, e os gerentes de modo geral ficaram bastante impressionados com o produto. Mas foi um fracasso no tocante ao uso de tecnologia, ao seu objetivo inicial, ao desgate da equipe e falta de metodologia, processo e ferramentas, e em termos da qualidade do código escrito - um dos piores. É algo até difícil de explicar... para todos os efeitos o projeto foi um sucesso no evento, mas o que está lá dentro é irremediavelmente ruim.

Aqui no Brasil fazemos melhor. Ir até Estocolmo para pegar um projeto assim... Já reclamei de muitos projetos no Brasil, mas quando você se depara com coisas como essas, você começa a perceber que o nível de problemas de projetos bem gerenciados e projetos mau gerenciados é diferente. E que seguir um processo é extremamente importante, mesmo para soltar um protótipo de uma idéia.

Bom, vou ficando por aqui :)

Antes que eu me esqueça: IMS significa IP Multimedia Subsystems. Trata-se de uma nova geração de redes de telecom que irá facilitar a comunicação entre equipamentos diversos (telefone, tv, computador e outros) de uma maneira mais eficaz integrado com mecanismos conhecidos da internet. A troca de mensagens é através do formato SIP, ou seja: no IMS um componente da rede envia uma mensagem SIP para outro componente da rede. Uma mensagem SIP pode ser do tipo INVITE, BYE, CANCEL, por exemplo. Se um telefone quer falar com outro, o telefone A manda uma mensagem INVITE para o telefone B com os parâmetros necessários, e assim começa a ocorrer uma troca de mensagens entre eles.

Voltarei para Estocolmo?

Provavelmente sim. Só estão faltando alguns detalhes: meu visto, que da equipe foi o único que não saiu ainda, e acertar alguns pontos com a empresa, afinal, ficar dois ou três meses é uma coisa. Ficar talvez mais seis ou nove meses é outra. Resolvidos esses pontos, pode ser que eu volte por mais um tempo lá para Estocolmo.

Mas aguardem por cenas dos próximos capítulos. Por enquanto, estou aqui descansando e resolvendo um monte de pepino: contas atrasadas, contas exageradas (a Claro me cobrou um montão pelo uso de dados que eu não fiz lá na Suécia), ajustes de documentos e tal. E claro, revendo também os amigos.

A viagem de volta

A viagem de volta, de Estocolmo para o Brasil, acho que merece um post exclusivo. Tudo começou no domingo, quando cheguei na cidade logo após o passeio pela Eurodisney em Paris. Tinha tanta coisa para colocar ainda na mala, que passei um tempão arrumando as malas no hotel na segunda pela manhã. E as malas estavam pesadas... mas nem estava muito preocupado, afinal eu tinha ligado em algum lugar que eu podia levar duas malas de 32 quilos cada.

No táxi para o aeroporto de Arlanda, já começa a aventura: ao colocar a mala, o zíper arrebentou. Todo o trabalho que eu tive em compactar inúmeras peças de roupa na mala foram em vão. O taxista ainda tentou me ajudar, mas não conseguimos. Falei para ele para irmos daquele jeito mesmo, que lá no aeroporto eu tentava consertar.

Uns 40 minutos depois eu estava lá em Arlanda. A primeira coisa que eu fiz: arrumar a mala. Deu trabalho, mas consegui arrumar o zíper. Com isso arrumado, fui procurar pelo Global Refund, que é um lugar onde a gente mostra a nota fiscal de compra de produtos nas lojas participantes do programa, e temos direito a receber de volta o imposto pago no produto. Isso depende do produto, mas digamos que você pode receber 10 a 15% de volta no seu cartão de crédito.

E logo depois fui fazer o check-in. Chegando no atendimento, a mulher me fala que para viagens ao Brasil na classe econômica, o permitido eram duas malas de 23 quilos. Uma delas tinha 36 e a outra 16, dando 52 quilos (ou seis quilos a mais que o máximo permitido). Mas tinha um outro problema - minha mala de 36 quilos não podia ter 36 quilos. O máximo estourando que uma mala podia ter eram 32 quilos. Ou seja, além de pagar excesso de bagagem, fui obrigado a comprar outra bolsa para colocar parte do peso nela.

Mas naquele aeroporto só haviam malas acima de 150 euros... eu que não queria gastar essa fortuna toda nessas malas. Daí consegui achar uma bolsa mais-ou-menos que comprei e consegui ter as malas com 16, 28 e 8 quilos. O bom é que a taxa da Lufthansa era flat-rate e não cobrada por quilo.

Daí descobriram outro problema. A empresa que emitiu meu tiquete eletrônico só reservou o vôo para mim, mas não trocou a data da minha passagem. Resultado: eu estava lá querendo viajar mas minha passagem não era válida. Uma das atendentes da SAS passou mais de uma hora comigo tentando me ajudar com o problema da bagagem e com esse problema do tíquete. Por sorte, eu cheguei muito cedo no aeroporto e deu para fazer tudo isso com calma. Mas passei quase quatro horas no aeroporto resolvendo esses problemas todos: tíquete de viagem, excesso de bagagem... Nem almoçar eu almoçar.

Bom, daí com tudo isso é um alívio chegar no avião. O primeiro vôo foi para Munique, cerca de duas horas de vôo. Lá chegando, meu primeiro passo foi procurar pelo portão de embarque para sair da Europa. E mais um problema: a policial que me atendeu perguntou pela passagem do trecho Munique-Guarulhos que não me deram lá em Estocolmo. Ou seja, eu não tinha nada. Falei que tinham me falado que ia pegar lá e tal. Ela olhou com aquela cara... deve ter pensado: "O cara quer sair da Europa e não tem passagem. Azar. Aqui ele não volta mais.", e deixou eu passar.

Depois eu consegui a tal passagem do segundo trecho lá dentro com os atendentes da Lufthansa.

A viagem foi bem tranquila. Até dormir no avião umas sete horas eu consegui.

Chegando no Brasil, os procedimentos de praxe: pegar as malas, preencher o formulário branco dizendo que não tem nada a declarar e tal... Então lá fui eu com minhas duas malas e duas bolsas me dirigir a saída. O agente da PF pegou meu formulário branco, viu minha opção de não declarar e já mandou eu ir para a fila do Raio X.

Peguei a filinha do raio-X e na minha vez coloquei as malas calmamente, afinal eu não tinha nada a declarar. Bom, daí um dos agentes da PF implicou com uma de minhas malas. Pegou ela, e deixou numa mesa. Eu inocentemente fui pegar minha mala de volta quando ele falou: "É para abrir."

E lá ia eu abrir minha mala de 16 quilos.... nessa mala não tinha nada de mais: apenas meu Wii que comprei na Europa, o meu PSP que comprei na Europa, alguns cartões de memória que eu comprei na Europa, algumas camisetas e presentinhos de Paris, Eurodisney e tal. Bom, o agente vendo que na minha mala não tinha nada de mais, resolve implicar com a lata de biscoitos de manteiga que eu trouxe de lá. Ia ser o presente de alguém, mas ele resolve abrir a lata. Pega o canivete e não consegue abrir a lata. Daí ele me entrega a lata e o canivete para eu abrir a lata. Que óbvio, as 5:30 da manhã, com aquele cansaço todo, eu também não consegui. Daí ele tentou mais uma vez e conseguiu... Ele olhou, cheirou, comentou algo como "É, são bolachas." ao que eu respondi mais ou menos assim "É, é a primeira vez que estou vendo também.".

Enfim, fui liberado. Arrumei a mala de novo, peguei e fui procurar um táxi para voltar para Campinas. Mas como podem ver, gastei um tempão resolvendo esses pepinos da minha viagem de volta. Tudo isso que eu contei ocorreu num período de 30 horas, dos quais só devo ter dormido sete :)

Ah sim... também tinha um bebê no avião que não parava de chorar, e uma pessoa que passou mal e o comandante encarecidamente pedia por algum médico no avião que pudesse prestar os primeiros socorros :)

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Disneylando muito: na Eurodisney em Paris

Semana passada voltamos novamente para Paris. Mas o objetivo dessa segunda visita à cidade-luz não era conhecer seus famosos monumentos. Desta vez fomos lá para conhecermos a Eurodisney, um pedacinho do Tio Sam incrustado no país que tem alergia a americano :)

Fomos na sexta-feira dia 13 para Paris, passamos por uma perdidinha básica para achar o hotel, e enfim, chegamos ao hotel, que ficava a duas estações de trem da Disneyland. É um hotel com um preço convidativo. Um bairro novo, todo planejado. Numa das construções desse bairro, o logotipo do MacDonalds apareceu do dia pra noite :)

Compramos algumas coisas no Champion (supermercado do Carrefour). Os preços, caros para nós brasileiros mas muito mais convidativos que os preços suecos :)

Fomos em alguns brinquedos: o Space Moutain (que, segundo disseram, saí branco de lá), um simulador do Star Wars, um jogo de tiro dos bichinhos de três olhos, o do Peter Pan... tinham lá os brinquedos do Indiana Jones dentre vários outros. Segundo a Gisele e o Michel, a Eurodisney é quase igual a Disneyland - só um pouco menor, e tem os mesmos brinquedos.

Segue uma das fotos que a gente tirou (pra economizar) das fotos expostas do Space Moutain 2.


domingo, 15 de junho de 2008

Voltando pro Brasil

Nossa, tem tanta coisa ainda para escrever aqui: de Estocolmo, da Dinamarca e Malmo, de Paris... vou tentar colocar tudo em ordem em breve :)

Essa semana volto pro Brasil. Será provavelmente uma passagem rápida. Meu retorno para a Suécia deve acontecer uma semana depois, mas depende também de algumas conversações com as empresas envolvidas :)

Logo, quem quiser me procurar, estarei em Campinas durante essa semana.

Ah, e a Gaby?????

Ela estará aproveitando a companhia da irmã em Viena, Áustria :)

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Meu aniversário

Ontem como vocês podem ver pelos vídeos mandados pela Gaby, foi meu aniversário. E teve uma pequena comemoração aqui na empresa, com brasileiros e indianos. Vejam as fotos!!!


Um outro blog sobre a Suécia

Um dos brasileiros que estão trabalhando comigo aqui na Suécia também tem um blog bastante divertido sobre as peculiaridades daqui. Vale a pena uma visita...

http://tigraoblogger.blogspot.com

terça-feira, 10 de junho de 2008

Pariseando muito

Uma das maiores vantagens de se estar na Europa é poder viajar pela Europa. A outra grande vantagem é ganhar em euro... Nossa primeira viagem aconteceu algumas semanas atrás, quando fomos para Copenhagen. E agora, nesse último final de semana, resolvemos visitar Paris. Como não ganhamos em euros, fomos com restrições orçamentárias.

Com isso, a escolhida para nos levar até Paris foi a RyanAir (www.ryanair.com). A ida-volta Estocolmo-Paris acabou saindo por 212 euros para duas pessoas, fora alguns custos extraordinários com ônibus fretado aeroporto-cidade. A hospedagem foi no hotel Ibis (www.ibishotels.com) em La Defense, próximo a Esplanada da Defesa, um dos pontos turísticos da cidade.

A viagem foi muito rápida e corrida, que torna impossível conhecer tudo o que Paris tem a oferecer. Visitamos o museu do Louvre (a entrada), os jardins próximos ao Museu do Louvre, a praça da Bastilha, a avenida Champs-Elysees, o Arco do Triunfo e a Torre Eiffel. Tem muita coisa para ver na cidade, para tão pouco tempo que tivemos.

E quase perdemos o vôo da volta. A volta estava marcada para 9:50 de segunda-feira, com o check-in fechando as 9:10. Acordamos tarde para pegar o avião, e por sorte, com a ajuda de um táxi, conseguimos chegar a tempo.

Homenagem ao dia internacional do Galdino

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Feliz Aniversário

Você está ficando um pouco mais velho hoje, mas não se sinta triste, isso é sinal de experiência... e para comemorar o seu aniversário, um vídeo diretamente do planeta Galdinus...

Feliz Aniversário Galdinúúúúúú !!!!!

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terça-feira, 3 de junho de 2008

Dinamarcando muito - A ponte de Oresund



Na viagem para a Dinamarca, um dos pontos mais interessantes é de fato o passeio de trem que liga a cidade de Malmo na Suécia para Copenhagem. Essa ponte tem cerca de 10 km, sendo que metade dela acima do nível do mar, e a outra metade, abaixo do nível do mar. Até uma ilha artificial foi construída ligando os dois países. Na foto ao lado, retirada da Wikipedia, dá para ver essa ponte e a ilha artificial.




Na outra imagem dá para ter uma visão da ponte, e o quanto ela desce abaixo do nível do mar.